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Brasil, 23 de Agosto de 2019

Bandeira do Espírito Santo
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Espírito Santo (ES)

História

Capitania doada a Vasco Fernandes Coutinho que chegou à região em 1535. Tratava-se de um domingo do Espírito Santo, razão pela qual a Capitania recebeu esse nome. Sua Capitania não abrangia o total da terras do atual Estado. Parte delas era ocupada pela Capitania de Porto Seguro cujo donatário era Pero de Campos Tourinho. Vasco Coutinho logo construiu os primeiros engenhos, transformando a produção e a exportação de açúcar na principal atividade econômica da capitania e fundou a Vila do Espírito Santo, hoje Vila Velha. Foi alvo de diversas invasões de franceses, holandeses e ingleses além da hostilidade dos índios goitacases e aimorés.
Com o objetivo de se defender desses ataques a sede da Capitania, Vila Velha, foi abandonada e uma nova foi fundada na Ilha de Santo Antônio, chamada de Vila Nova, atual Vitória. A chegada dos padres jesuítas, em 1587, principalmente José de Anchieta, amenizou os problemas com os nativos porém provocou choques com os colonos.
Em 1667, Antônio Luís Gonçalves da Câmara Coutinho, último descendente do primeiro donatário vende a Capitania para o baiano Francisco Gil de Araújo, que tinha como interesse o descobrimento de esmeraldas. Após intensa procura e grandes prejuízos financeiros, seu filho e herdeiro resolveu abandoná-la e, após sua morte, foi vendida à Coroa, ficando subordinada à Bahia.
Reanimado pela descoberta de pequena quantidade de ouro no Rio Doce, em 1692, acontece um novo impulso de conquista e ocupação do interior. Procura-se proteger mais a Capitania contra as invasões.
Em 1797, D. João nomeia um Governador para a Capitania, porém, ainda com a submissão à Bahia. Em 1810 tornou-se autônoma em relação à Bahia.
Em 1823, com a vinda de imigrantes suíços, alemães, holandeses e açorianos, a economia volta a se desenvolver. Eles se instalam no interior, desenvolvem a cafeicultura que se estendeu por todo o território. Com a riqueza proveniente do café, o Estado desenvolveu muito sua infraestrutura. Construíram estradas de ferro, pontes metálicas, o Porto de Vitória e organizaram os serviços urbanos. Essa base agrícola histórica deu origem à denominação "capixaba", dada às pessoas originárias do Estado do Espírito Santo, que, na língua indígena tupi, quer dizer "terra boa para a lavoura".
Em 1846 fundou-se a Colônia de Santa Isabel (Campinho) com imigrantes alemães; em 1855, a Colônia do Rio Novo com famílias suíças, alemãs, holandesas e portuguesas; e entre 1856 e 1862, a Colônia de Santa Leopoldina, com imigrantes alemães. A ocupação do norte do Espírito Santo só começou depois da construção da ponte de Colatina sobre o Rio Doce, inaugurada em 1928.
Durante a primeira guerra mundial, o Porto de Vitória figurava como o segundo grande exportador nacional. Para ampliar a exportação do minério de ferro oriundo de Minas Gerais, a Companhia Vale do Rio Doce construiu o Porto de Tubarão, em Vitória, em 1966.
Em 1983 foi inaugurada a Usina Siderúrgica de Tubarão. Instalaram-se fábricas de café solúvel, massas alimentícias, chocolates, azulejos e conservas de frutas, e aprovaram-se projetos para a implantação de fábricas de laticínios, calçados, material elétrico, óleos comestíveis e sucos cítricos.
Atualmente o Estado é o quarto maior produtor nacional de café e o primeiro exportador, mas este vem perdendo espaço para o reflorestamento de eucalipto, sobretudo no norte do Estado.






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