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Brasil, 23 de Setembro de 2017

Bandeira do Mato Grosso do Sul
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Mato Grosso do Sul (MS)

História

O território do atual Estado de Mato Grosso do Sul, segundo o Tratado de Tordesilhas, pertencia à Espanha e sua exploração foi feita por expedições de aventureiros e pela atuação dos jesuítas.
Através do curso dos Rios Paraguai e do Paraná chegam os espanhóis, procedentes do estuário do Prata, à procura de jazidas minerais; e os bandeirantes, descendo o Rio Tietê, subindo o Rio Grande e rumando pelos Rios Sucuri, Pardo, Verde ou o Ivinhema, em busca de ouro.
Passadas as buscas por ouro, os bandeirantes paulistas fazem incursões com o propósito de capturar índios para vendê-los às lavouras do litoral. Os índios Guaicurus e Paiaguás, habitantes do local, lutam incessantemente para defender suas terras.
Até que uma das expedições de captura descobre ouro. Inicia-se uma nova etapa econômica. O bandeirante paulista passa a se fixar mais à terra, fundando arraiais auríferos e incrementando a atividade mineradora. Inicia-se a corrida do ouro que faz com que o crescimento da região seja rápido e desordenado.
Ergue-se uma pequena capela, a de Nossa Senhora da Penha. Mas os arraiais auríferos começam a se esgotar.
Em 1722, surgem as Lavras do Sutil, nas terras do bandeirante Miguel Sutil, com pepitas do mais puro ouro, provocando nova corrida.
Em 1748 é criada a Capitania de Mato Grosso, com sede em Vila Bela e é incorporada ao Brasil, pelo Tratado de Madri, em 1750.
A Região Centro-Sul do Mato Grosso tem um desenvolvimento socioeconômico diferente da região Norte. Enquanto o sul apresenta uma agricultura mais intensiva, distribuída por um número maior de propriedades, o norte continua com a pecuária extensiva e o latifúndio.
Fluxos migratórios vindos do Sul e Sudeste do País, procuram se estabelecer no sul, criando afinidades políticas com os Estados vizinhos, especialmente São Paulo.
A área começa a ser povoada quando os fortes militares usados na Guerra do Paraguai (1864-1870) transformam-se, após o conflito, em núcleos urbanos, como Dourados, Miranda e Coxim e com a antiga Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.
Surgem idéias separatistas e com a revolução constitucionalista de 1932, essas aspirações fazem o sul aderir à revolta sob a condição de que esta, uma vez vitoriosa, torne realidade a divisão do Estado.
O Norte resiste à idéia temendo o esvaziamento econômico.
A política de interiorização dos anos 40 e 50 beneficia o Estado e ganha maior vulto com a construção de Brasília no final da década de 50, e da política de integração nacional dos anos 70.
Em 1975 a idéia de separação é intensificada. Em 1977, o Governo Federal divide Mato Grosso em dois Estados e em 1979 transforma-se oficialmente em Estado.
Durante 4 anos foi governado por interventores indicados pelo Presidente da República e a partir de 1982, com o Governador eleito, a industrialização é estimulada através de incentivos governamentais e são atacadas as ameaças ao meio ambiente, especialmente os "coureiros" que caçavam ilegalmente no Pantanal.
Seu sucessor cria a primeira Companhia da Polícia Florestal e o Grupo de Operações de Fronteira (GOF) para policiar os 400 km de fronteiras com a Bolívia e o Paraguai.






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