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Brasil, 15 de Dezembro de 2018

Bandeira do Rio Grande do Norte
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Rio Grande do Norte (RN)

Quadro Natural
Parques Estaduais

Características:

O relevo se compõe de planície litorânea e depressões, na maior parte do território, e planalto. Cerca de 83% do território estadual encontram-se abaixo de 300 m e 60% abaixo de 200 m.
O planalto, extremidade setentrional da Borborema, penetra o Estado pelo sul, afastando-se bastante do litoral oriental, alcançando, ao norte de Currais Novos, 800 m de altitude que, junto com a Chapada do Apodi, são formas de relevo mais altas. O ponto culminante do Estado é a Serra do Coqueiro com 868 m de altitude.
A planície litorânea apresenta tabuleiros areníticos, dispostos ao longo dos litorais oriental e setentrional e as depressões cercam o planalto pelos lados de leste, norte e oeste ao longo dos principais rios, especialmente do Piranhas e do Apodi.
Na porção sudoeste do Estado ocorrem alguns maciços isolados com cerca de 600 m de altitude, entre os quais se destacam as Serras de São Miguel, do Martins e Luís Gomes. É a chamada região serrana do Rio Grande do Norte.
O clima é o tropical úmido, com chuvas de outono-inverno, o semi-árido quente e o tropical semi-úmido, com chuvas de outono.
O tropical úmido ocorre na baixada litorânea oriental, registrando temperatura média de 24° C com chuvas regulares e abundantes, que diminui rapidamente da costa para o interior.
O semi-árido quente domina praticamente todo o resto do Estado, inclusive o litoral setentrional, acarretando numa costa bastante seca, e apresentando temperaturas médias de 26ºC no interior e chuvas escassas e irregulares.
O tropical semi-úmido ocorre apenas no extremo oeste, registrando temperaturas médias também elevadas e chuvas de outono abundantes na região serrana, a sudoeste e escassas na semi-árida. Em algumas épocas do ano apresenta dias com 15 horas de sol.
A larga planície costeira do Rio Grande do Norte é a única região litorânea do Brasil com clima semi-árido, fazendo com que o Estado seja o maior produtor brasileiro de sal.
Seus rios correm para o litoral oriental e para o litoral setentrional, sendo estes os mais extensos do Estado, como o Apodi e o Piranhas ou Açu.
Todos os rios do Rio Grande do Norte são temporários. No interior, numerosas barragens foram construídas, dando origem a açudes como os de Cruzeta, Gargalheiras e Itãs. Na embocadura dos rios do litoral oriental observam-se numerosas lagoas, que ocorrem também nas várzeas dos Rios Piranhas e Apodi.
Sua vegetação é a floresta tropical, encontrada numa pequena área situada a sudeste; uma floresta com composição mista, com espécies da floresta tropical e da caatinga, no agreste, dominando toda a porção oriental do Rio Grande do Norte, único Estado em que essa vegetação chega até o litoral; a caatinga, que recobre as porções central e ocidental do Estado, ocupando 90% da superfície estadual; e vegetação de mangue na faixa litorânea.
No Estado situa-se a Reserva Biológica Marinha do Atol das Rocas, área de preservação criada, em 1979, com 36.249 ha, única formação de atol existente no Atlântico Sul, compreendendo todas as águas, recifes, ilhas e plataforma continental, localizadas no litoral do Rio Grande do Norte, dentro do limite do mar territorial brasileiro. É um santuário ecológico que abriga quase 150 mil aves, além das tartarugas, peixes e crustáceos. Foi descoberto em 1503 devido ao naufrágio da nau de Gonçalo Coelho e durante muitos séculos foi sinônimo de medo para navegadores pois passava facilmente desapercebido devido à sua altura (máximo de 3 m) até que, em 1881 foi construído um farol na conhecida Ilha do Farol. O Atol é muito freqüentado por pesquisadores e fiscais do IBAMA pois a permanência humana no local é limitada apenas para fins científicos, não estando aberta ao turismo. Seu nome deve-se a estranhas formações de algas e moluscos que lembram cogumelos. Em 2001 foi considerado Patrimônio Mundial pela UNESCO.

Parques Estaduais:


Parque Área total (ha) Município
Dunas de Natal 1.172 Natal





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