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Brasil, 23 de Agosto de 2019

Bandeira do Rio de Janeiro
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Rio de Janeiro - RJ

Economia

Características:

A economia do Rio de Janeiro deve ser dividida por áreas:

  • Médio Vale do Paraíba - onde a indústria siderúrgica garantiu a industrialização.

  • Região Metropolitana - formada por Municípios-Dormitórios, abrigando os maiores centros urbanos fluminenses, depois da Metrópole.

  • Planalto do Interior - com a agropecuária intensiva.

  • Orla Litorânea e a Zona Serrana - com a função de lazer e de turismo e a presença do setor naval e a extração do petróleo.

  • Norte e o Noroeste - com a cultura canavieira, em torno de Campos, a bacia leiteira, em Itaperuna, e a rizicultura.


A agricultura tornou-se uma atividade de importância secundária no Estado. A modernização agrícola não atingiu o interior do Rio de Janeiro. A cana-de-açúcar mantém-se como principal produto agrícola, cultivada na região de Campos, sendo o segundo produto a laranja, cultivada na região de Itaboraí. Segue-se o tomate, outras hortaliças e árvores frutíferas (especialmente o caqui). São importantes também a banana e o arroz. Além desses produtos, cultiva-se a mandioca (região de Campos), o milho (Vales dos Rios Muriaé e Pomba), o feijão (Vale do Paraíba), a batata-inglesa (planalto, junto ao rebordo) e o abacaxi (Baixada Fluminense, em torno do Grande Rio). A Região Serrana vem-se revelando como novo pólo de produção agrícola do Estado, com destaque para o cultivo de produtos hortigranjeiros.
A criação de bovinos (2,03 milhões) está voltada para a produção de leite e derivados, principalmente no Vale do Paraíba do Sul. A criação de suínos (308,5 mil) concentra-se na porção setentrional do Estado, onde a cultura do milho alcança maior desenvolvimento, além da criação de galinhas (17,7 milhões) e produção de ovos e de eqüinos (149,4 mil). A pesca assume importância pois as indústrias de enlatados, a construção naval e os entrepostos aqui se estabeleceram, sendo a pesca da sardinha a de maior relevância econômica.
O Estado situa-se como o segundo em desenvolvimento industrial em todo o País. A maior parte das fábricas concentra-se no Município da Capital e em sua Região Metropolitana, destacando-se a construção naval, a siderurgia, químicas, editorial e gráfica, de papel e celulose, e indústrias de alimentos e bebidas. Além desses, encontramos núcleos industriais em Petrópolis e Nova Friburgo (têxteis), em Arraial do Cabo (Fábrica Nacional de Álcalis), em Campos dos Goitacases (usinas de açúcar), em Angra dos Reis (construção naval) e ao longo do eixo de ligação Rio-São Paulo, tais como, Volta Redonda (Companhia Siderúrgica Nacional), Barra Mansa (metalurgia e produtos alimentícios) e Resende (indústria automotiva). No litoral, principalmente em Cabo Frio, Araruama e São Pedro da Aldeia, há extração do sal marinho nas salinas, oferecendo condições de funcionamento à indústria de soda cáustica e explora-se os calcários e os depósitos conchíferos na Lagoa de Araruama e outros locais. Atualmente, o Estado tornou-se o maior produtor nacional de petróleo com mais de 70% da produção nacional; é responsável também por cerca de 40% da produção brasileira de gás natural, provenientes da Bacia de Campos.






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