Selecione a página

Vegetação do Brasil: os 6 Biomas e Suas Características

Vegetação do Brasil: os 6 Biomas e Suas Características

A vegetação do Brasil se divide oficialmente em 6 Biomas, segundo o mapa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na escala 1:250.000: Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal. Cada Bioma ocupa uma fração distinta do território nacional, da floresta tropical contínua da Amazônia aos campos abertos do Pampa, no extremo sul do país.

O levantamento, divulgado pela Agência de Notícias do IBGE, mapeou o território com um detalhamento vinte vezes maior do que o mapa anterior, de 2004, feito na escala 1:5.000.000. Esse avanço permitiu redesenhar os limites entre os Biomas e incorporar, pela primeira vez ao mapeamento oficial, o Sistema Costeiro-Marinho como uma camada própria, sobreposta aos Biomas continentais ao longo do litoral.

A Amazônia é o maior Bioma do país, com 49,5% do território nacional. Na sequência vêm o Cerrado, com 23,3%, e a Mata Atlântica, com 13%. Completam a lista a Caatinga, com 10,1%, o Pampa, com 2,3%, e o Pantanal, com 1,8% — o menor percentual entre os 6 Biomas, embora seja a maior planície alagável contínua do planeta.

Os percentuais abaixo usam como referência a área total do território nacional, detalhada em dados gerais do Brasil. A tabela reúne os 6 Biomas da vegetação do Brasil, do maior ao menor em extensão:

Bioma% do território nacional
Amazônia49,5%
Cerrado23,3%
Mata Atlântica13%
Caatinga10,1%
Pampa2,3%
Pantanal1,8%

Fonte: IBGE, Mapa de Biomas e Sistema Costeiro-Marinho do Brasil, escala 1:250.000, divulgado pela Agência de Notícias do IBGE. Além dos 6 Biomas, o mapa oficial registra formações de transição, como a mata dos cocais, entre a Amazônia e a Caatinga, e a mata de araucária, dentro dos limites da Mata Atlântica. As seções seguintes detalham cada Bioma e essas formações de transição, da característica geral ao tipo de vegetação predominante em cada um.

O que é a vegetação do Brasil?

A vegetação do Brasil é o conjunto de formações vegetais nativas distribuídas pelos 6 Biomas do país, moldadas pela combinação entre clima, relevo e tipo de solo de cada Região. Ela varia da floresta densa e úmida da Amazônia aos campos abertos do Pampa, passando por savanas, florestas de transição e vegetação litorânea.

Cada formação vegetal reflete as condições do ambiente onde se desenvolve. Solos arenosos e salinos do litoral originam restingas; terrenos permanentemente alagados geram a mata de igapó, na Amazônia; terras secas do semiárido nordestino produzem a vegetação espinhosa da Caatinga. Essa correspondência entre clima, solo e cobertura vegetal é a base da classificação adotada pelo IBGE para delimitar os Biomas brasileiros.

Quais são os tipos de vegetação do Brasil?

Os tipos de vegetação do Brasil se organizam em 6 Biomas oficiais — Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal — e em formações de transição que ocupam faixas entre esses Biomas, sem constituir uma categoria própria no mapeamento do IBGE.

A Amazônia reúne floresta tropical densa, dividida internamente em mata de igapó, de várzea e de terra firme. O Cerrado varia do campo limpo, só com gramíneas, ao cerradão, com cobertura florestal fechada. A Mata Atlântica se estende da faixa litorânea, com manguezais e restingas, até os planaltos do Sul e do Sudeste, onde dá lugar à mata de araucária. A Caatinga cobre o interior semiárido do Nordeste com vegetação espinhosa e caducifólia. O Pampa é formado por campos de gramíneas no extremo sul do país. O Pantanal combina floresta, Cerrado e vegetação de alagadiço na maior planície alagável contínua do planeta.

Entre a Amazônia e a Caatinga, a mata dos cocais forma uma faixa de transição com concentração de palmeiras nativas. Essas formações — detalhadas Bioma a Bioma nas próximas seções — completam o mapa da vegetação do Brasil além dos 6 territórios oficiais.

Amazônia: 49,5% do território nacional

A Amazônia é o maior Bioma da vegetação do Brasil, com 49,5% do território nacional, segundo o mapa de Biomas do IBGE. Cobre os Estados do Amazonas, Pará, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá e partes do Mato Grosso, do Tocantins e do Maranhão, concentrando a maior extensão contínua de floresta tropical do planeta.

A distribuição da floresta amazônica segue de perto o regime dos rios da hidrografia do Brasil: o nível da água, mais do que o clima, define que tipo de mata cresce em cada trecho. A proximidade com os cursos d’água e a frequência das cheias separam a floresta amazônica em três formações distintas, descritas a seguir.

Mata de Igapó: a floresta permanentemente alagada

A mata de igapó ocupa o terreno mais baixo da floresta amazônica, submerso durante todo o ano pelas águas dos rios. A vitória-régia, planta aquática de folhas circulares que chegam a 2 m de diâmetro, é a espécie símbolo dessa formação.

Peixes como o tambaqui se alimentam dos frutos e das sementes que caem na água durante os meses de cheia, quando o nível dos rios da região pode variar até 10 m entre a seca e o período alagado. Esse hábito alimentar faz da mata de igapó um ponto de dispersão de sementes importante para a renovação da floresta amazônica.

Mata de Várzea: inundação sazonal e seringueiras

A mata de várzea alaga apenas durante parte do ano, no período das cheias. Reúne a seringueira, espécie usada na extração histórica de látex, além de palmeiras, jatobá e maçaranduba.

O sedimento trazido pelos rios de água barrenta, como o Solimões, se deposita sobre a várzea a cada cheia e renova a fertilidade do solo, a mais alta entre as formações amazônicas. Por isso, populações ribeirinhas plantam mandioca, milho e hortaliças nas margens logo depois que as águas baixam.

Mata de Terra Firme: árvores de até 65 metros

A mata de terra firme nunca é atingida pelas cheias dos rios e ocupa a maior parte da floresta amazônica. Suas árvores chegam a 65 m de altura, com copas que retêm até 95% da luz solar antes de ela alcançar o solo. Entre as espécies mais associadas a essa formação estão a castanha-do-pará, o caucho e o guaraná.

O mogno-brasileiro, outra árvore típica dessa formação, entrou no Apêndice II da CITES em 2003 depois de décadas de exploração madeireira intensa, o que hoje restringe sua exportação sem licença. A medida busca conter o declínio da espécie nas áreas de terra firme mais acessíveis por via fluvial.

Cerrado: a savana que ocupa 23,3% do Brasil

O Cerrado é o segundo maior Bioma da vegetação do Brasil, com 23,3% do território nacional. Cobre o Planalto Central e se estende por partes de Goiás, do Mato Grosso, do Mato Grosso do Sul, de Minas Gerais, da Bahia, do Tocantins, do Maranhão e do Piauí, concentrando a maior biodiversidade entre as savanas do mundo.

A vegetação característica do Cerrado tem troncos e galhos retorcidos, casca espessa e folhas grandes — adaptações que reduzem a perda de água durante a estação seca, que pode durar de cinco a seis meses. O solo do Bioma é naturalmente ácido e pobre em nutrientes, mas responde bem à correção para uso agrícola, o que tornou a Região um dos principais polos de produção de grãos do país.

Gradiente de Formações do Cerrado Brasileiro

A vegetação do Cerrado varia de forma gradual, do campo limpo — só com gramíneas, sem árvores — ao cerrado típico, com arbustos e árvores baixas espalhadas, até o cerradão, formação florestal mais densa e fechada, com até 15 m de altura. Esse gradiente de formações é uma das características mais citadas do Bioma.

O lobo-guará, maior canídeo da América do Sul, depende dessa alternância de campo limpo, cerrado típico e cerradão para caçar e se abrigar, e está classificado como espécie vulnerável pelo ICMBio. A fragmentação do Cerrado pelo avanço da agropecuária é apontada como a principal ameaça à espécie.

Mata Atlântica: 13% do Brasil, da costa aos planaltos

A Mata Atlântica é o terceiro maior Bioma da vegetação do Brasil, com 13% do território nacional, numa faixa que se estende da costa aos planaltos interiores da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná e de Santa Catarina. É o Bioma historicamente mais atingido pela ocupação humana, por coincidir com a faixa mais povoada do país desde o período colonial.

Hoje restam cerca de 24% da cobertura original da Mata Atlântica, segundo a Fundação SOS Mata Atlântica. Mesmo reduzida, a vegetação remanescente mantém matas fechadas com árvores altas e grande diversidade de espécies, como ipês, cedros, canelas, guapuruvu e o palmiteiro, usado historicamente na extração do palmito.

Internamente, a Mata Atlântica se divide por altitude e proximidade do mar: nas serras do Sul e de São Paulo, dá lugar à mata de araucária; na faixa litorânea, descrita em litoral brasileiro, aparecem manguezais e restingas.

Mata de Araucária: a floresta do pinheiro-do-paraná

A mata de araucária ocupa as terras altas e frias do Sul do país e partes de São Paulo. Recebe o nome da araucária, ou pinheiro-do-paraná, árvore que chega a mais de 30 m de altura e cujo fruto, o pinhão, é usado na culinária regional. A exploração madeireira reduziu bastante essa formação ao longo do século 20.

Levantamentos do setor florestal apontam que menos de 3% da cobertura original de araucária no Sul do país permanece preservada hoje. Por causa dessa redução, a araucária (Araucaria angustifolia) consta na lista oficial de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente desde 2014, com corte autorizado só em casos excepcionais.

Manguezais e restingas no litoral brasileiro

Os manguezais ocupam solos alagados pela maré, com raízes expostas quando a água baixa, e servem de abrigo e alimento para espécies marinhas. As restingas cobrem terrenos arenosos e salinos da faixa costeira, com vegetação herbácea e arbustiva adaptada à salinidade do solo.

O caranguejo-uçá é extraído manualmente por catadores em comunidades costeiras do Norte e do Nordeste, servindo de fonte de renda e de alimento tradicional nessas regiões. Os manguezais também funcionam como berçário natural de peixes e camarões que sustentam parte da pesca artesanal brasileira.

Caatinga: 10,1% do Brasil, bioma exclusivo do país

A Caatinga ocupa 10,1% do território brasileiro e é o único Bioma da vegetação do Brasil inteiramente restrito ao país, sem ocorrência natural em nenhum outro território. Cobre o interior semiárido do Nordeste e o norte de Minas Gerais, com solo fértil apesar da aparência seca.

A vegetação da Caatinga tem tonalidade esbranquiçada na estação seca, quando perde boa parte das folhas para reduzir a perda de água. Os troncos são tortuosos e recobertos por cortiça e espinhos — adaptações à escassez prolongada de chuva, concentrada em poucos meses do ano.

Apesar da aparência árida, a Caatinga fornece frutos nativos como o umbu, o mandacaru e a umburana, além de fibras, ceras e óleos vegetais usados pelas comunidades locais. O Bioma reúne também répteis e aves endêmicos, adaptados ao clima seco e às variações bruscas de temperatura entre o dia e a noite, características do semiárido nordestino.

Pantanal: 1,8% do Brasil e a maior planície alagável

O Pantanal ocupa 1,8% do território brasileiro e é a maior planície alagável contínua do planeta, com cerca de 150 mil km² distribuídos pelo sudoeste do Mato Grosso e pelo oeste do Mato Grosso do Sul, até a fronteira com o Paraguai.

A vegetação do Pantanal combina elementos de floresta, de Cerrado e de áreas de alagadiço, normalmente cobertas por gramíneas que favorecem a criação extensiva de gado. Entre as árvores mais associadas ao Bioma estão o paratudo, a palmeira carandá e o buriti, espécie de palmeira comum às margens dos rios e lagoas.

O regime de cheias e vazantes do Pantanal regula o ciclo de toda a vegetação local e sustenta uma das maiores concentrações visíveis de fauna brasileira do país, já que a vegetação baixa facilita a observação de onças, araras e jacarés em um mesmo trecho.

Pampa: o único bioma de um só Estado, com 2,3% do território

Entre os 6 Biomas da vegetação do Brasil, o Pampa é o único restrito a um único Estado: ocupa 2,3% do território nacional, limitado ao extremo sul do Rio Grande do Sul. Até a classificação oficial do IBGE, em 2004, essa área era tratada como Campos Gerais, nome ainda usado na Região, onde também é chamada de Campanha Gaúcha.

A vegetação do Pampa é formada por gramíneas que cobrem o terreno quase sem interrupção, cortadas apenas pelas matas de galeria que acompanham o curso dos rios. Essa cobertura vegetal rasteira forma pastagem natural, historicamente usada pela pecuária gaúcha. O Pampa brasileiro é a porção norte de um Bioma maior, que se estende também pela Argentina e pelo Uruguai — ao contrário da Caatinga, não é um Bioma exclusivo do território nacional.

Mata dos Cocais: a transição entre Amazônia e Caatinga

A mata dos cocais é a vegetação de transição entre a Amazônia e a Caatinga, concentrada no Maranhão e no Piauí. Não é um dos 6 Biomas oficiais do IBGE: ocupa uma faixa que se sobrepõe aos limites mapeados da Amazônia, do Cerrado e da Caatinga.

Essa formação é marcada pela concentração de palmeiras nativas, com destaque para o babaçu e a carnaúba. O babaçu fornece óleo vegetal extraído do coco da palmeira, usado na alimentação e na produção de cosméticos. A carnaúba fornece cera extraída das folhas e fibras aproveitadas na fabricação de tecidos e artesanato.

A mata dos cocais mostra como a cobertura vegetal do país nem sempre segue limites rígidos entre Biomas: muitas espécies e formações ocupam faixas de transição, moldadas pela proximidade entre climas distintos.

Clima e vegetação do Brasil: qual é a relação?

A vegetação do Brasil é definida, em grande parte, pelo regime de chuvas e de temperatura de cada Região, descrito em detalhe em clima do Brasil. Regiões de clima equatorial, com chuva o ano todo, sustentam florestas densas; Regiões de clima semiárido, com chuva concentrada em poucos meses, produzem vegetação adaptada à seca.

Na Amazônia, o clima equatorial mantém umidade constante e garante o crescimento da floresta tropical ao longo de todo o ano. No Cerrado, o clima tropical com estação seca bem definida molda troncos retorcidos e folhas espessas, adaptados à perda de água durante vários meses sem chuva.

Na Caatinga, o clima semiárido concentra as chuvas em um curto período do ano, o que explica a perda sazonal de folhas e a aparência esbranquiçada da vegetação na seca. Já no Sul do país, o clima subtropical, com invernos mais frios, favorece formações como a mata de araucária e os campos do Pampa, ausentes no restante do território nacional. Essa relação direta entre clima e cobertura vegetal é um dos critérios usados pelo IBGE para traçar os limites entre os Biomas da vegetação do Brasil.

Mapa da vegetação do Brasil: como consultar o oficial

O mapa oficial da vegetação do Brasil é o Mapa de Biomas e Sistema Costeiro-Marinho, publicado pelo IBGE na escala 1:250.000 e disponível gratuitamente no portal do instituto, com dados também em formato shapefile para uso em softwares de geoprocessamento.

Esse mapeamento também serve de referência para estudos que cruzam vegetação com relevo brasileiro, já que a altitude e a inclinação do terreno influenciam diretamente que tipo de formação vegetal se desenvolve em cada trecho do país.

A versão de 2019 do mapa é vinte vezes mais detalhada do que a edição anterior, de 2004, publicada na escala 1:5.000.000. Em novembro de 2025, o IBGE revisou os limites entre o Cerrado e a Mata Atlântica em Minas Gerais e em São Paulo, numa atualização que resultou em pequenos ajustes nessas duas fronteiras, sem alterar os limites dos demais Biomas.

Para quem busca o mapa impresso ou os arquivos digitais, o caminho mais direto é a página de Biomas do portal do IBGE, que também reúne os dados usados nas tabelas estatísticas sobre a vegetação do Brasil citadas neste artigo.

Vegetação do Brasil: quanto resta da cobertura original?

O avanço da ocupação humana reduziu a vegetação original da maioria dos Biomas brasileiros. A Mata Atlântica, a mais atingida historicamente, conserva cerca de 24% de sua cobertura original, segundo a Fundação SOS Mata Atlântica — percentual que reflete mais de 500 anos de ocupação concentrada na faixa litorânea e nos planaltos do Sudeste.

Em nível nacional, o país perdeu cerca de 112 milhões de hectares de áreas naturais entre 1985 e 2024, o equivalente a 13% do território, segundo o relatório anual do MapBiomas divulgado em 2026. Em 2025, o desmatamento total caiu 20,6% em relação ao ano anterior, para 984.794 hectares, mas o Cerrado seguiu como o Bioma mais afetado, concentrando 54,9% de toda a perda de vegetação nativa do país no período.

Parte da vegetação remanescente está protegida por lei dentro das unidades de conservação federais, estaduais e municipais, que incluem os parques nacionais do Brasil — a categoria de proteção integral mais numerosa do país. Essas áreas preservam amostras de cada um dos 6 Biomas, da floresta amazônica aos campos do Pampa, e sustentam boa parte da pesquisa científica sobre a vegetação do Brasil.

Conhecer os 6 Biomas e suas formações de transição ajuda a entender por que o país reúne, num único território, desde floresta tropical até savana e vegetação semiárida — e por que a proteção de cada Bioma depende de estratégias específicas, adaptadas às características de cada formação vegetal.

Perguntas frequentes sobre a vegetação do Brasil

Qual é o resumo da vegetação do Brasil?

A vegetação do Brasil se divide em 6 Biomas oficiais do IBGE: Amazônia (49,5% do território), Cerrado (23,3%), Mata Atlântica (13%), Caatinga (10,1%), Pampa (2,3%) e Pantanal (1,8%). Formações de transição, como a mata dos cocais, completam o mapa nacional.

Quais são os 6 biomas brasileiros?

Os 6 Biomas brasileiros são Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal, segundo o Mapa de Biomas do IBGE na escala 1:250.000, divulgado pela Agência de Notícias do instituto.

Qual é a diferença entre bioma e vegetação?

Bioma é a unidade geográfica que reúne clima, solo, relevo e fauna de uma Região; vegetação é só a cobertura vegetal desse espaço. Um mesmo Bioma, como o Cerrado, reúne vários tipos de vegetação, do campo limpo ao cerradão.

Qual é o maior bioma do Brasil?

A Amazônia é o maior Bioma do Brasil, com 49,5% do território nacional, segundo o IBGE. É também a maior extensão contínua de floresta tropical do planeta, dividida em mata de igapó, de várzea e de terra firme.

Onde encontrar o mapa oficial da vegetação do Brasil?

O mapa oficial está disponível gratuitamente no portal do IBGE, na escala 1:250.000, com arquivos em formato shapefile para uso em softwares de geoprocessamento — a mesma base usada para divulgar os percentuais de cada Bioma citados neste artigo.

Foto de destaque: Ivo Brasil / Pexels, licença gratuita (vista aérea da Floresta Amazônica em Barcelos, AM).

Sobre o autor

Marta F.

Apaixonada pelos encantos do Brasil, dedico-me a explorar e compartilhar as maravilhas deste país vasto e cheio de cultura através do Brasil Channel. Meu objetivo é inspirar os leitores, revelando não só os destinos turísticos consagrados, mas também os tesouros escondidos que fazem do Brasil um lugar único. Embarque nesta jornada comigo e descubra os muitos encantos do Brasil!